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Avanços científicos

Pratos de Petri

Saiba que...

Os avanços científicos na urinalise vêm sendo um grande marco para os pesquisadores pode citar o PCR para diagnostico de infecções genitais, onde o foco são as patologias genitais da mulher, e pode ser coletadas amostras endocerevicais ou de urina, já para os homens, quando houver algum sintoma decorrente de uma infecção.

“De modo geral, os testes moleculares trouxeram ganho em sensibilidade, especificidade e acurácia no diagnóstico de algumas doenças e reduziram o tempo de realização em comparação às demais metodologias. Entre as técnicas utilizadas na Medicina Diagnóstica, merece destaque a reação em cadeia da polimerase (PCR), que, a partir de uma única ou de poucas cópias, amplifica um fragmento ou sequências específicas de DNA ou RNA de qualquer organismo vivo, gerando milhares de cópias idênticas.” (Métodos moleculares conferem avanços diagnósticos – Revista médica Ed 1-2019)

Um exame de urina de forma integral deve envolver análise de aspectos físicos como a cor e a densidade, também os químicos como a glicose, pH, bilirrubina, urubilinogênio, proteínas, cetonas, esterase e por fim, o microscópico que permite a visualização dos elementos presentes na amostra.

O exame qualitativo de Urina ou EQU é um exame a nível microscópico e pode ser feito com três técnicas, a microscopia em campo claro que utiliza um equipamento mais comum, o que limita a análise.

A microscopia de contraste de fase onde ocorre de forma em que a luz que chega é retardada quando entra em “colisão” com a luz dispersa no ar, isso faz com que ocorra uma redução na intensidade da ocular que vai gerar um maior contraste, e permite um campo de visualização ainda melhor, se tratando de questão morfológica.  A microscopia de campo escuro com luz polarizada possui um campo de visão oco que faz com que as luz presentes, apenas nas estruturas, cheguem até o campo de visão da objetiva, essa técnica é muito eficiente para observação da presença de cristais.

“Apesar de a análise microscópica da urina demandar enorme trabalho laboratorial manual e de apresentar precisão limitada, ainda é universalmente utilizada para o exame de células e partículas presentes na urina. Quando comparados com a microscopia óptica comum, os citômetros de fluxo melhoraram a precisão e a eficácia das contagens, gerando uma substancial redução do trabalho. No entanto, a falta de padronização nos seus procedimentos analíticos permanece um importante fator limitante para sua ampla utilização.” (Urinálise: comparação entre microscopia óptica e citometria de fluxo - J. Bras. Patol. Med. Lab. – 2006)

Ainda sobre os avanços científicos, podemos citar as coletas domiciliares, visto que em momentos atuais, esta maneira, vem sendo cada vez mais requisitada pelos pacientes, aos acamados, ou aqueles que possuem sondas, até mesmo os que optam por permanecer em sua residência.

“A cultura de urina, também chamada de urinocultura ou urocultura, é uma maneira rápida, eficiente, amplamente disponível e de baixo custo, para o diagnóstico de infecção urinária. Porém, nesse exame existe a possibilidade de que o crescimento bacteriano detectado possa ser devido a outros fatores, como contaminação da amostra, colonização da uretra e colonização de forma assintomática da urina na bexiga. Portanto, faz-se necessário um controle rigoroso da fase pré-analítica do exame (solicitação médica pertinente, informação sobre o uso prévio de antibióticos e internações recentes, instrução e preparo do paciente, forma de coleta, identificação da amostra, recipiente de coleta, acondicionamento, transporte). Isso tudo a fim de garantir o adequado preparo da amostra biológica.” (Orientações ao paciente para evitar a contaminação da amostra na cultura de urina – PEBMED)

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